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Mostrando postagens de Setembro, 2008

Música retrata a alienação da Classe Média brasileira

10 % de crianças e adolescentes brasileiros na idade de 5 e 17 anos trabalham 40 horas ou mais por semana

IBGE: trabalho infantil diminui, mas jornada aumenta

Agência Brasil

BRASÍLIA - Cerca de 300 mil crianças deixaram de trabalhar no ano de 2007, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por outro lado, para os meninos e meninas que não conseguiram deixar o trabalho a jornada aumentou em cerca de uma hora.

O estudo mostra que no ano passado 4,8 milhões de brasileiros com idade entre 5 e 17 anos estavam trabalhando, o que representava cerca de 10,8% das crianças e adolescentes de todo o País nessa faixa etária.

Em relação ao número de horas trabalhadas, a maioria (30,5%) tinha uma jornada semanal de 40 horas ou mais. Em 2006, esse taxa era de 28,6%.

Embora o contingente de trabalhadores com idade entre 5 a 13 anos, proibidos por lei de exercer qualquer tipo de jornada, tenha diminuído 0,5 ponto percentual na passagem de ano, esse grupo integra a faixa que mais teve acréscimo de horas …

Mapa das grandes religiões - 3000a.C até 2000 d.C

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Hierarquizar e diferenciar. Breves reflexões sobre a avaliação da produção científica.

Texto elaborado para XII Mostra PUC-Rio - 2008 - Os desafios da inclusão do conhecimento numa economia globalizadaDe: Esther Maria de Magalhães ArantesProfessora do Departamento de Psicologia da PUC-RioEm artigo intitulado “Sobre a sociedade da competição - o totalitarismo sorrateiro”1, José Luiz Quadros de Magalhães nos lembra o quanto somos cotidianamente estimulados para a competição. “Desaprendemos a conviver com a diferença. Na sociedade de consumo contemporânea somos levados a escolher sempre “o melhor”. Nos programas de televisão não se escuta simplesmente uma música. Este prazer de ouvir uma música vem acompanhado quase sempre com a escolha do melhor cantor, a melhor música, o melhor calouro. A competição é alimentada em todo momento, em todas as atividades. Na escola é escolhido o melhor aluno, a melhor composição, a melhor monografia, a melhor nota em cada matéria. Esta competição permanente nos leva inconscientemente a reprodução da lógica do melhor em quase tudo(...) …

Grupo EPOS

Epos, do grego επος: “discurso”, “narração”, “narrativas”. Compõe a raiz etimológica de palavras como epopéia, épico. Aponta, na concepção desse grupo, tanto para a genealogia, ou a história da constituição das verdades e da relação entre poderes e saberes, como para as subjetivações decorrentes desta relação.



EPOS – Genealogia, Subjetivações e Violências – é o nome assumido pelo grupo de pesquisadores, inscritos no programa de Pós-Doutorado do IMS/UERJ, coordenado pelo professor Joel Birman. A consideração sobre a história das formas de subjetivação baliza seus estudos. O conceito de violências entra como o tema forte. No momento integram a rede que desenvolve o projeto Juventudes, Subjetivações e Violências. O grupo contou com o apoio da FAPERJ para desenvolver este projeto, que se debruça sobre uma questão naquele campo de estudos: a da juventude. O caráter transdisciplinar define a direção destas pesquisas, procurand…

Juventude, Sociedade de controle e subjetivações

No dizer de Maria Theresa da Costa Barros:

É de conhecimento de todos, as últimas declarações do governador do estado do Rio e Janeiro, que resultaram nas seguintes manchetes: “Cabral defende aborto para reduzir crimes. Governador compara natalidade na Rocinha com o padrão na África e diz que isso é uma fábrica de produzir marginais”. Se tivéssemos lido apenas esta frase destacada pelos noticiários, “isso é uma fábrica de produzir marginais”, poderíamos até imaginar que tivesse sido realizada uma apropriação indébita do conceito psicanalítico da segunda tópica freudiana, o “isso”, para colocá-lo como pivô da criminalidade urbana.

Este discurso visa validar a política da truculência e, ao mesmo tempo, despontencializar as contribuições acadêmicas. Em sua maioria, os estudos e as pesquisas visam, justamente informar a concepção de políticas públicas para encaminhamento de propostas no sentido de gerar soluções para os graves problemas que afligem a vida da Nação e de todos nós, brasileir…

Imagens, pinturas - História da criança, infância, modernidade

Imagens, pinturas - História da criança, modernidade - clique e veja imagens de um tempo que não havia infância. Perceba as transformações na representação da criança. Veja, comparando as duas imagens do Largo da Carioca no Rio de Janeiro no século XIX, como a modernidade é o domínio do reto, do controle, do planejado, limpo, organizado, modo de ser preocupado com a ordem e fundamentado na separação. Compare as representações de crianças medievais e modernas e perceba as mesmas marcas em seus corpos.