Versão dos militares sobre a morte e tortura de militantes de esquerda

O jornalista Lucas Figueiredo diz que o que já veio à tona sobre as práticas da ditadura é perfumaria, diz jornalista que teve acesso à versão dos militares sobre a morte e tortura de militantes de esquerda

O autor obteve uma das 15 edições artesanais, guardadas sob muitas chaves, do Orvil (“livro” ao contrário), um entre os muitos documentos que o Brasil não conhece sobre sua própria história.
Em seu novo livro, Olho por olho, o jornalista Lucas Figueiredo trata da competição entre apoiadores e opositores da ditadura militar pelo triunfo de suas versões da história. A da esquerda ficou gravada no volume Brasil: nunca mais, projeto liderado por D. Paulo Evaristo Arns. A versão escrita dos militares, porém, custou a aparecer. Chama-se Orvil (a palavra “livro” escrita ao contrário) e tem apenas 15 cópias cuidadosamente escondidas. Figueiredo teve acesso a uma delas e escreveu uma obra abrangente sobre um período pouco estudado: os anos imediatamente posteriores à anistia. Notícia extraída do site História Viva.
Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Projeto de pesquisa: o que é hipótese e marco teórico

Projeto de pesquisa: construindo o marco teórico

História do Direito: O direito grego antigo.