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Mostrando postagens com o rótulo Religião
O perigo da busca do consenso entre religiosos - uma ação conjunta para salvar o mundo
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Chegou a hora das pessoas religiosas se levantarem contra as religiões.
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A religião é inimiga da civilização? Artigo de Gianni Vattimo Todos certamente nos lembramos da famosa frase de Nietzsche sobre a morte de Deus. E também sua cláusula: Deus seguirá projetando sua sombra em nosso mundo durante muito tempo. O que aconteceria se aplicássemos a frase de Nietzsche também, e sobretudo, às religiões? Em muitos sentidos, é verdade que, em grande parte do mundo contemporâneo, a religião como tal está morta, mas ainda projeta suas sombras em numerosos aspectos da nossa vida privada e coletiva. Na verdade, deixemos claro que o Deus cuja morte Nietzsche anunciou não é necessariamente o Deus em que muitos de nós seguimos crendo. Eu me considero cristão, mas estou convicto de que o Deus que estava morto em Nietzsche não era o Deus de Jesus. Inclusive acredito que, precisamente graças a Jesus, sou ateu. O Deus que morreu, como diz o próprio Nietzsche em algum lugar de sua obra quando o chama de "Deus moral", é o primeiro princípio da metafísica clássica...
Daniell Dennet : Quebrando o encanto - algumas páginas
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Ateísmo do século XXI: autores
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Alguns autores expressivos do movimento do "Novo Ateísmo": 1. Richard Dawkins, Deus um Delírio, 2007. 2. Daniel Dennett, A perigosa idéia de Darwin, 1995. 3. Sam Harris, O fim da fé, 2004. 4. Christopher Hitchens, God Is Not Great: How Religion Poisons Everything, 2007. 5. John Allen Paulos, Irreligion (2008), o autor refuta os 12 argumentos que são mais frequentemente invocados para a existência de Deus. Um padre jesuíta Luis González-Quevedo, sj, membro do Centro de Espiritualidade Inaciana de Itaici e redator de Itaici. Revista de Espiritualidade Inaciana comenta de modo interessante os livros acima em sua página . Embora, infelizmente, o padre diz não conhecer obras de filósofos importantes, obras do filósofo americano Daniel Dennett, Breaking the Spell (Quebrando o encanto. Rio de Janeiro: Ed. Globo, 2006) e do francês Michel Onfray, Traité d’athéologie (Tratado de ateologia, física da metafísica. São Paulo: Martins Fontes, 2007. De fato, uma ...
Charles Darwin e a teoria da evolução– 200 anos
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Com sua obra Sobre a origem das espécies através da seleção natural , publicada em 1859 a partir de investigações feitas principalmente nas Ilhas Galápagos, Charles Darwin contrapôs-se à versão cristã da criação do mundo e tornou-se um dos cientistas mais criticados de sua época. E a polêmica continua. Depois de 200 anos , Darwin continua sendo um desafio. O pesquisador inglês nasceu em 12 de fevereiro de 1809 e morreu em 1882. Quase por acaso chegou à Teoria da Evolução, contradizendo a noção bíblica de que tudo se fez em seis dias e é imutável. Uma ideia arriscada e frutífera, que até hoje é contestada por muitas pessoas , principalmente, religiosos. Neste sentido é que até hoje persiste a discussão de como a religião deve conviver com a Teoria da Evolução de Darwin. Os religiosos mais conservadores a negam, impondo a tese do design inteligente, e outros, menos conservadores, advogam a tese da complementariedade e não da oposição. Segundo a tese da complementariedade, o criacionis...
Mapa das grandes religiões - 3000a.C até 2000 d.C
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Religiosos discutem violência do mundo atual
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Assistam aqui um curta metragem bem humorado. Trata-se de uma animação de bonecos representando quatro religioso: um cristão, um budista, um muçulmano e um judeu conversando como poderiam contribuir para diminuir a violência, unindo-se para uma boa causa. Os quatro religiosos se reúnem para discutir a violência do mundo atual e encontrar uma resposta para isso. Será que encontram?
O prolongamento religioso da ética
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A consciência jamais é inocente, mas, mais do que isto, conhecer é ter iniciativa e ser livre. Conhecer é fazer, interpretar e dar sentido. Por isso, precisamos do outro, porque é o outro o portador de sentido. Compreender o outro é assumir a minha responsabilidade ao seu respeito e para comigo mesmo, isto quer dizer, que posso reafirmar que tenho liberdade de interpretá-lo. Essa é a experiência da ética. Nega-se a vacuidade da consciência, mas a relação com o outro permanece o essencial do conhecimento, muito antes do discurso sobre o ser e para além deste. Para além do saber. É aí que vislumbramos um prologamento religioso da ética. Luiz H. Eiterer
O sonho de Barth
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Extraído do livro de Thomas Merton de 1965, Reflexões de um espectador culpado (Conjectures of a guilty bystander), publicado pela editora Vozes em 1970. Kabir, o servo, canta: "O' Sadhu! termina tuas compras e vendas, e acaba com teu bom e teu mau - pois não há mercados nem lojas no país para onde vais! - Kabir Karl Barth teve um sonho. Sonhou com Mozart. Barth sempre se sentiu melindrado pelo catolicismo de Mozart e pelo fato dele rejeitar o protestantismo. Foi Mozart que disse: "O protestantismo está todo na cabeça" e " os protestantes não conhecem o sentido do Agnus Dei qui tollis peccata mundi ". No sonho, Barth foi indicado para examinar Mozart em teologia. Desejava tornar o resultado do exame tão favorável quanto possível. Assim, em suas perguntas aludia expressamente às Missas do compositor. Mozart, porém, não respondeu palavra. Fiquei profundamente comovido com a descrição deste sonho por Barth e quase pensei em escrever-lhe uma...
O Amor: A Pessoa para além do Estado e do Direito.
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O Amor: A Pessoa para além do Estado e do Direito. Enquanto se fala da inveja é bom falar também de seu único antídoto. E, embora, muitos vão sentir uma confusão, ao mesmo tempo, pretende-se falar do Estado e do Direito. Mas, vale o aviso, este texto não é uma pretensão de abolir o público, não se trata de propor aqui deixar de levar em conta a separação entre o público e o privado, e de modo algum encapsula-se no mundo privado, mas o objetivo é falar do sentimento do amor que perpassa o público e o privado. Pois, o que se percebe é que o espírito, ou seja, aquele que pensa, e vida estão mutuamente coordenados – é um erro fundamental colocá-los em uma hostilidade originária, em um estado de luta originário. Pois, como diz Hörderlin: "Quem pensa no que há de mais profundo ama o que há de mais vital.". Acho que para falar sobre o amor é preciso tocar no conceito cristão de pessoa humana, pois o amor é um sentimento que parece transcender a subjetividade. Parec...
Liberdade real, religião, fé, fundamentalismos e ciência
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Ser livre é não precisar ter medo. Abaixo - em cinco partes - está o documentário "A raíz de todo mal - o vírus da fé" de Richard Dawkins. Ele é autor do polêmico "Deus, um delírio". Uma crítica contundente ao fundamentalismo religioso. Sua coragem é admirável, seus métodos nem tanto, mas com certeza uma voz importante para contenção do fundamentalismo religioso e o medo que ele provoca em todos nós. De certo, num mundo onde ainda existe a liberdade de expressão, a defesa da ciência que acredita não precisar da hipótese da existência de um Deus, ainda está garantida. Assim como a convivência pacífica de todas as religiões. Portanto, viva a liberdade. Viva o mundo em que não precisamos ter medo de dizer o que pensamos. Por que digo isso, porque nesta mensagem eu quero dizer que não é a ciência ou a religião que me apaixona, mas a liberdade. Defendo a liberdade e não exatamente a ciência ou qualquer religião. Porém, eu defendo a liberdade real e não uma liberdade ab...
Da modernidade à pós-modernidade: * história da metafísica , o retorno da fé
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Providência divina =====>Progresso ======> Niilismo Na Idade Média acreditava-se na providência divina, na vontade de um Deus pessoal - uma vontade que não era a nossa - e tal crença no sentido da vida e da história parece que começou a diminuir no século XVI e XVII. Mas, em grande parte ainda, a crença na providência divina perdurou no mundo moderno. As crenças não se acabam de uma vez. A partir do século XVIII passou-se acreditar cada vez mais que o uso da razão estaria sempre a serviço do progresso como sendo o sentido inexorável da vida. Mas, há ainda aí uma ligação entre a razão e a vontade de Deus que sempre parece querer o bem e a melhoria das coisas. A razão de Deus é o progresso. Em nome do progresso, a técnica e a indústria passou a cada dia mais fazer parte de nossas vidas. E, assim nos tornamos mais livres em relação a natureza. Já no final do século XIX e principalmente no século XX, a decepção com a razão foi inevitável, e o que se viu não parecia mais ser um progr...
Bertrand Russell: A filosofia entre a ciência e a religião
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A ciência diz-nos o que podemos saber, mas o que podemos saber é muito pouco e, se esquecemos quanto nos é impossível saber, tornamo-nos insensíveis a muitas coisas sumamente importantes. A teologia, por outro lado, nos induz à crença dogmática de que temos conhecimento de coisas que, na realidade, ignoramos e, por isso, gera uma espécie de insolência impertinente com respeito ao universo. A incerteza, na presença de grandes esperanças e receios, é dolorosa, mas temos de suportá-la, se quisermos viver sem o apoio de confortadores contos de fadas. Não devemos também esquecer as questões suscitadas pela filosofia, ou persuadir-nos de que encontramos, para as mesmas, respostas indubitáveis. Ensinar a viver sem essa segurança e sem que se fique, não obstante, paralisado pela hesitação, é talvez a coisa principal que a filosofia, em nossa época, pode proporcionar àqueles que a estudam. Leia mais clicando aqui...
Comentários sobre o livro de Richard Dawkins "Deus, um Delírio"
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A Folha de São Paulo publicou no dia 25/8/2007 artigos sobre " Deus, um Delírio ", de Richard Dawkins, e um texto do próprio autor. Na minha opinião esta discussão está colocada em termos errados. Não se trata de escolher entre ciência e religião, como sugere as idéias de Dawkins e dos fundamentalistas protestantes ou não. O importante é deixar claro que precisamos manter as instituições que permitem a convivência e a tolerância entre os diversos tipos de discursos ou saberes. E não lutar para extinguir um ou outro saber, pois acho que isso é impossível. O colunista Marcelo Coelho resenhou o livro, que considerou "corajoso e furibundo". Para quem não sabe, furibundo significa que anuncia algo com furor desproporcional ao que se refere, chegando a um tom sinistro, lúgubre. Raivoso. O colunista Marcelo Leite fez objeções ao "ultradarwinismo". Claudio Angelo, editor de Ciência, escreveu que o biólogo "paga o preço de sua hone...
A grande Viagem
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Segundo os críticos esse é um dos melhores filmes de 2006. Em seu quarto filme, o marroquino Ismael Ferroukhi cria uma pequena obra-prima sobre o complexo tema da religião. O exercício da religiosidade, uma escolha do indivíduo, não precisa ser partilhada, mas compreendida. Quando os homens assim a entenderem, os conflitos e animosidades cessarão- e aí, ao entender a diversidade, eles estarão dando uma chance ao direito de escolha, e respeitando à individualidade. O filme explora os efeitos da história de pai e filho numa viagem rumo à Meca, os quais expressam o conflito ideológico entre Oriente e Ocidente, a fé e o materialismo, a tradição e o novo. Narrado com coerência e poesia, trata-se de uma jóia rara. O filme conta a história de um rapaz que em algumas semanas precisa levar seu pai de carro da frança até Meca. Vale a pena ser visto... Um filme francês. Date de sortie : 24 Novembre 2004 Réalisé par Ismael Ferroukhi Film français, marocain. Genre : Drame Durée : 1h 48min. Année d...