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Mostrando postagens com o rótulo Michel Foucault

Psicanálise, Foucault e a Questão da Cientificidade

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Psicanálise, Foucault e a Questão da Cientificidade O vídeo "Psicanálise é ciência? Críticas à psicanálise | Christian Dunker | Falando nIsso 128" revisita o debate sobre a cientificidade da psicanálise, abordando críticas epistemológicas históricas e contemporâneas. Do ponto de vista de Foucault, a relevância do vídeo não estaria em resolver a questão da "cientificidade", mas em iluminar os dispositivos de saber-poder em operação na própria discussão. Christian Dunker, ao detalhar a história da recepção da psicanálise, mostra como a definição de "ciência" (e, por extensão, de "não-ciência" ou "pseudociência") é uma construção histórica e cultural, e não uma verdade universal. Ele menciona: O caso Mesmer (1784) [00:57]: A investigação da Academia Francesa de Ciências sobre o magnetismo an...

Disciplinarização vs. Cuidado de Si: Uma Jornada Foucaultiana Rumo à Liberdade

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Foucault e a Filosofia da Liberdade: O Cuidado de Si como Resistência Foucault e a Filosofia da Liberdade: O Cuidado de Si como Resistência Em um mundo de vigilância e controle, será que a verdadeira liberdade ainda é possível? A resposta, segundo a filosofia de Michel Foucault, reside em uma prática milenar esquecida: o cuidado de si . Descubra como essa ideia se contrapõe às forças que nos moldam e se torna um caminho para a autonomia. A principal diferença entre a disciplinarização da subjetividade e o cuidado de si , ambos conceitos de Michel Foucault, reside na sua função, origem e objetivo . Enquanto a disciplinarização é um processo de poder e controle imposto de fora para dentro, visando a normalização e a obediência, o cuidado de si é uma prática de liberdade e resistência , que vem de dentro do próprio sujeito, com o objetivo de construir uma existênci...

O pensamento de Michel Foucault

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E mais...Deleuze, Derrida. Leiam aqui.

O que é conhecimento?

O conhecimento é como o clarão das faíscas das espadas em luta. O conhecimento não faz parte da natureza humana e nem dos objetos a conhecer.

A fabricação do humano

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No livro Vigiar e Punir, Michel Foucault, traça um mapa de como surgiu o humanismo moderno. O humanismo moderno surgiu com o desenvolvimento de uma racionalidade técnica, ou simplesmente, com a valorização em nosso dia-a-dia da técnica. De modo que, esta racionalidade passou a ser capaz de condicionar uma forma de pensar que se preocupa com os detalhes e com o valor das pequenas coisas, transformando-a em meio de inspecionar, analisar e fazer funcionar cada parte de um corpo, não permitindo esquecer e não permitindo deixar nenhum elemento para tráz. Esse domínio do corpo é a característica e a exigência do pensamento técnico. Tanto faz que o corpo seja coisas, homens ou grupo de homens. O que se acredita é que a tropa unida em um espírito de corpo precisa-se condicionar de um modo técnico. Precisa-se de um treinamento constante. Mas, para sermos específicos de qual corpo estamos exatamente falando: estamos falando do corpo dos outros - o corpo humano de cada um. É assim que o modo de p...

Michel Foucault: Os corpos dóceis

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Não deixe de ver os links e aprenda mais sobre o texto de Foucault. Estudo do texto de: FOUCAULT, Michel. Os corpos dóceis. In: Vigiar e punir: nascimento da prisão . Petrópolis: Vozes, 1987. 288 p. TERCEIRA PARTE DISCIPLINA CAPÍTULO I OS CORPOS DÓCEIS Eis como ainda no início do século XVII se descrevia a figura ideal do soldado. O soldado é antes de tudo alguém que se reconhece de longe; que leva os sinais naturais de seu vigor e coragem, as marcas também de seu orgulho: seu corpo é o brasão de sua força e de sua valentia; e se é verdade que deve aprender aos poucos o ofício das armas - essencialmente lutando - as manobras como a marcha, as atitudes como o porte da cabeça se originam, em boa parte, de uma retórica corporal da honra: Os sinais para reconhecer os mais idôneos para esse ofício são a atitude viva e alerta, a cabeça direita, o estômago levantado, os ombros largos, os braços longos, os dedos fortes, o ventre pequeno, as coxas grossas, as pe...

Zygmunt Bauman - a substituição do panóptico pelo banco de dados

Em vez de panopticismo o mundo de hoje é regido pela informação. No livro de Zygmunt Bauman, Globalização: conseqüências humanas (1999), nas páginas 56 a 58, publicado pelo editor Jorge Zahar, ele mostra que para além do panóptico, que exigia vigilância constante, disciplina, exames constantes, certificação e, portanto, uma liberdade restrita a um determinado espaço, nós temos agora o banco de dados, que oferece uma liberdade maior de movimento, desde que você ofereça cada vez mais informações aos bancos de dados, que possa permitir reconhecer quem você é e o que você quer. O banco de dados visa descobrir os "intrusos": nova figura que afasta os locais e representa aquele que não está registrado e catalogado. No mundo da informação, o global é o catalogado. Para conferir veja um trecho do livro: No seu brilhante ensaio sobre os bancos de dados eletrônicos como uma versão ciberespacial atualizada do Panóptico, Mark Poster diz que “nossos corpos são fisgados dentro das redes, d...

Bibliografia sobre história da infância

No mundo moderno, desde o século XVII, a infância é um sonho, uma invenção, uma vontade de poder de tornar as crianças em adultos. Um sonho que em muitos lugares não foi concretizado e em outros está desaparecendo. Mas, com certeza, uma invenção que interferiu na vida de muitas crianças. Nesta perpectiva, primeiro recomendo que veja o filme A invenção da Infância . Depois recomendo ler alguns livros: ( a lista abaixo não está completa, mas já é bem significativa). Tem um texto meu também na internet muito simples, ainda em um tempo que começava a pensar sobre esse problema e a crítica possível de ser feita à concepção de infância moderna, que pode também ajudar. Clique aqui. Para falar mais e ser mais preciso precisaria saber a questão de cada um. A bibliografia é uma pequena contribuição nesse sentido. Assim que der publico novamente esta lista com outros títulos. Bibliografia sobre história da infância ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família . Trad. de Dora Flak...

Michel Foucault. A verdade e as formas jurídicas

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Para Ler o livro de Michel Foucault: A verdade e as Formas Jurídicas. Clique Aqui. Visualize o livro sem precisar baixar nenhum programa também no arquivo na barra de ferramentas no pé da página. O que gostaria de dizer-lhes nestas conferências são coisas possivelmente inexatas, falsas, errôneas, que apresentarei a título de hipótese de trabalho; hipótese de trabalho para um trabalho futuro. Pediria, para tanto, sua indulgência e, mais do que isto, sua maldade. Isto é, gostaria muito que, ao fim de cada conferência, me fizessem perguntas, críticas e objeções para que, na medida do possível e na medida em que meu espírito não é ainda rígido demais, possa pouco a pouco adaptar-me a elas; e que possamos assim, ao final dessas cinco conferências, ter feito, em conjunto, um trabalho ou eventualmente algum progresso. Apresentarei hoje uma reflexão metodológica para introduzir esse problema, que sob o título de A Verdade e as Formas Jurídicas, pode-lhes parecer um tanto enigmático. T...