Postagens

Mostrando postagens com o rótulo professores

Greve 2011 - Todo apoio aos professores

Imagem

Assembleia com liberação: início da campanha salarial dos professores da rede particular de Juiz de Fora

Imagem
Clique na imagem para ampliá-la. Dúvidas: 1) A instituição está obrigada pela convenção a liberar os professores (Cláusula 58); 2) Aos professores é facultado ausentar-se por um turno para participação da assembleia da categoria, sem prejuízo de sua remuneração; 3) Na assembleia, será discutido por todos os professores, sindicalizados e não sindicalizados , que estiverem no Sindicato dos Bancários, rua Batista de Oliveira, 745, às 10:00 e às 17:00 do dia 19 de novembro de 2010, sexta-feira, pontos importantes que serão discutidos na mesa de negociação: ganho real (quanto?), ampliação de direitos (quais?), e manutenção dos direitos conquistados na convenção coletiva; 4) A liberação é importante para dar oportunidade a muitos professores, sindicalizados ou não , de irem ao sindicato, de irem na assembleia e transferirem a sua força, sua vontade, para os professores que irão representá-los nas mesas de negociação. Vamos lá! Não deixem de participar!

TRT de Minas Gerais decide que professores que participam de orientação de monografias e bancas examinadoras devem receber pagamento extra pelas atividades.

Imagem
TRT de Minas Gerais decide que professores que participam de orientação de monografias e bancas examinadoras devem receber pagamento extra pelas atividades. A decisão foi no julgamento do recurso de uma faculdade que não se conformou em ter que pagar 420 horas extras a uma professora. A Associação Nacional de Universidades Particulares vai recorrer.

Em assembleia do sindicato, os professores votaram hoje indicativo de greve em Juiz de Fora

Imagem
Hoje, dia 04 de julho de 2009, em assembleia na Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora, os professores da rede particular de ensino votaram pelo indicativo de greve. Havia cerca de 200 professores. No dia 15 de agosto de 2009 a categoria voltará a se reunir para decidir a paralização total das atividades. Além do reajuste salarial que até agora não foi acertado, os professores lutam para manter os direitos garantidos pela convenção coletiva. Após quase 20 rodadas de negociações, a representação patronal – SINEPE SUDESTE, apresentou um conjunto de propostas que desvaloriza irremediavelmente a Convenção Coletiva de Trabalho, procurando alterar ou extinguir sumariamente cláusulas conquistadas pela categoria ao longo de duas décadas. O Sindicato Patronal insiste em dizer que já não existe mais essa Convenção. Com esse argumento querem construir uma outra convenção retirando cláusulas importantes que garantem uma série de direitos trabalhistas para os professores. Os professores ...

Transformar o professor temporário, o professor horista, o professor substituto em regra nas instituições de ensino é ação maldosa

Leia artigo escrito por Marilene Felinto. Desabafo de um professor temporário!!! ► Recordo-me do tempo em que a prioridade era dada ao professor efetivo, e não aquele que era contratado temporariamente. Bons tempos que os Governantes e o Sindicato priorizavam o profissional efetivo. ► Leia mais... Você também pode ler vários comentários e notícias sobre a intitucionalização da precarização do trabalho docente neste blog. Notícias de contratação de professores temporários. Além disto, procure saber qual a situação dos professores em sua cidade. Não será muito diferente, e pense que se há atenuantes em locais com populações menos numerosas, em São Paulo por ser a maior cidade do país, tudo se agrava. Portanto, se o sofrimento não chegou a sua porta porque você não é professor em São Paulo, você deve refletir, pois, a permanência desta política de desvalorização do professor fará que um dia o sofrimento também chegue a você, seja em qualquer rede de ensino. Metade dos professores da esco...

Professores planejam paralisação nacional para o dia 24 de abril

Institucionalização do professor temporário: precarização do trabalho docente nas redes de ensino.

Deterioração das condições de trabalho mostra que o professor temporário não é professor, mas apenas um "dador de aulas". Veja uma entrevista importante e bastante elucidativa sobre o problema do professor temporário e a precarização do trabalho. Em 2009, em Juiz de Fora, cerca de 1.000 professores serão contratados na rede de ensino municipal, mas há previsão de que outros profissionais sejam chamados ao longo do ano, dentro da lista de classificação conforme a necessidade de substituições na rede escolar do município. Distribuição numérica de alunos por nível de ensino nas redes de ensino de Juiz de Fora, 2000-2007 Em Juiz de fora, o número de professores contratados chega a ser 33% do total de professores da rede de ensino, segundo os indicadores sociais da educação de Juiz de fora, apresentando um índice maior do que a média nacional que é de 20%. 20% já é um índice muito alto, que caracteriza uma política de precarização do trabalho docente. 33% de professores temporár...

Placa da institucionalização da desvalorização do professor no Brasil

Imagem
Placa presente no site da prefeitura de juiz de Fora e colocada sem nenhuma vergonha e nenhum constrangimento. Nos editais das universidades também. Coisa comum, sempre foi assim; é assim mesmo, dizem. Ninguém pergunta se estes professores tem que todo ano apresentarem os mesmos documentos, sofrerem a trituração dos dentes de um burocracia enferrujada, ninguém pergunta se eles possuem FGTS, seguro desemprego, aposentadoria, se tem todos direitos de um professor efetivo, se não são discriminados, se a cada ano, eles estão angustiados para saber se sobrou um "lugarzinho" para trabalhar, ninguém pergunta se existe respeito por eles. Isto não seria o mínimo de educação que devíamos esperar dos políticos, administradores e funcionários de uma prefeitura? Não seria este exemplo importante para que esta educação pudesse ser ensinada à comunidade. Há educação suficiente quando o tratamento dado aos professores é este? Será fácil encher as planilhas de números e mostrar que a escola...

As consequências da precarização do trabalho do professor

A precarização do trabalho do professor e, consequentemente, a desvalorização de seu papel em nossa sociedade, consiste em pagamento de salários muito baixos, obrigar o professor a lecionar em salas de aulas superlotadas, com mais de 30 alunos, em espaço não apropriado e pequeno, contratação temporária e sem todos os direitos trabalhistas garantidos, política de manutenção da instabilidade e do medo de ficar desempregado sem justa causa, falta de um plano de cargos e salários, falta de apoio e políticas de pesquisa que atendam os professores das diversas áreas. Esta situação é inegável nas instituições públicas e privadas brasileiras, em alguma medida, atingindo tanto a educação básica quanto o ensino superior. Embora, o sofrimento dos professores da educação básica das instituições públicas é ainda maior, em todo Brasil, pois, são muitos que vivem uma situação humilhante. Veja o relato de um professor da Paraíba feito em seu Blog. O que o professor da Paraíba relatou acontece aqui e...

Folha de S. Paulo acusa professores de "indignação" cínica e mentirosa

Em Nota da Redação , publicada no Painel do Leitor , do dia 20/02/2009 - Os autores da Folha de S. Paulo disseram que respeitam a opinião de leitores que discordam da qualificação aplicada em editorial ao regime militar brasileiro e publicaram algumas dessas manifestações no jornal, concordando com a indignação de seus leitores. Só para vocês entenderem, o editorial disse que a ditadura militar no Brasil foi branda. Alguns leitores discordaram, dizendo que não se pode qualificar nenhuma ditadura de branda. Entre eles, escreveram para o jornal o professor e advogado Fábio Konder Comparato e a professora da USP, MARIA VICTORIA DE MESQUITA BENEVIDES . Todavia, retrucando os dois professores, os autores da nota da redação da folha de S. Paulo disseram que quanto aos professores Comparato e Benevides, figuras públicas que até hoje não expressaram repúdio a ditaduras de esquerda, como aquela ainda vigente em Cuba, sua "indignação" é obviamente cínica e mentirosa. Qualificando de...